Bolsonaro ainda não nomeou Queiroga ministro da Saúde, e Pazuello vai ficando…

Bolsonaro ainda não nomeou Queiroga ministro da Saúde, e Pazuello vai ficando…
Comissão de Assuntos Sociais (CAS) realiza audiência pública interativa para tratar sobre o PLS 264/2017 que altera a Lei que dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde. ..Em pronunciamento, diretor de Avaliação de Tecnologia em Saúde da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes...Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O cardiologista Marcelo Queiroga, o quase novo ministro da Saúde, foi indicado ao cargo na última segunda-feira (15) e permanece sem nomeação oficializada no Diário Oficial da União. Para assumir o posto, Queiroga precisa se desvincular de empresas onde trabalha, conforme dita a norma legal

O Ministério da Saúde informou que a posse deve ocorrer até sábado (20) em dependência de ato presidencial. Segundo o órgão, até que seja formalizado o ingresso de Queiroga, a pasta permanece sob o comando do general Eduardo Pazuello, que alegou problemas de saúde para afastar-se da função ministerial.

Queiroga é o quarto indicado à pasta desde que a pandemia foi decretada no país. O presidente Jair Bolsonaro confirmou o aceite do cardiologista em conversa com apoiadores na saída do Palácio do Planalto, no início da semana.

Marcelo é o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e diretor do Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Alberto Urquiza Wanderley, na capital paraibana. Ele também atua como cardiologista na unidade pública de saúde do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, no município de Santa Rita, Paraíba.

Situação crítica

De acordo com as autoridade de saúde e registros estatísticos, o Brasil vive o pior momento da pandemia com sucessivas quebras de recordes em números de mortes e internações. O último boletim epidemiológico publicado pelo Ministério da Saúde aponta que 2.648 vidas foram perdidas para a Covid-19 no prazo de 24 horas.

O cenário pessimista colocou em xeque a gestão Pazuello. Além da escalada na quantidade de mortes, a instabilidade na pasta foi escancarada com o desabastecimento de oxigênio em hospitais de Manaus no início do ano. A morte de pacientes em leitos de UTI no estado amazonense levou à investigação do ministro pela Polícia Federal autorizada pelo Supremo Tribunal Federal.

Blog Cidades do Maranhão

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